24 de mai de 2015

Ah, que saudade...

Coração aos cacos, como um copo de vidro arremessado de uma altura de três metros ao chão. Quebrado, dolorido, sangrando, livre e feliz. Livre por finalmente poder pulsar sozinho, sem precisar acompanhar as batidas do teu coração. Feliz por voltar a ser eu, ser minha, por não ter que ser o amor de ninguém e poder me conhecer novamente. Dia a dia colho os caquinhos e colo um a um. Um quebra-cabeça de um milhão de peças da mesma cor, tamanho e insubstituíveis. E ao terminar de ser montado, será meu. Só meu! Ah, que saudade de mim...